Os elementos da Lista A agradecem a confiança que neles depositaram!
Obrigado.
Os resultados eleitorais dos candidatos ao Conselho Geral Transitório - Pessoal Docente:
Inscrtitos nos cadernos eleitorais - 89
Votantes -64
Votos na Lista A - 46 - 71,9%
Votos Brancos - 15 - 23,4%
Votos Nulos - 3 - 4,7%
E agora?
Começou o Trabalho
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Vamos Votar

Os professores da Escola conhecem-nos bem! Sabem quem somos. não estamos neste projecto para nos servirmos, mas para servir. Servir uma classe que merece ser prestigiada e dignificada. Para que isto aconteça, esta equipa vai empenhar-se e dar o seu melhor. Podemos não conseguir agradar a todos, mas não nos podem acusar que deitamos a toalha ao chão e deixamos de lutar.
Se todos queremos mudanças, então sejamos a mudança e que cada um assuma as suas responsabilidades. Eu prefiro que me digam que fiz mal que me acusem de nada fazer. O ser humano merece um voto de confiança e na certeza que só os que nada fazem é que nunca erram.
Colegas professores eram importante sentirmos o VOSSO apoio, que neste momento se deve traduzir no vosso voto.
A. Pires de Carvalho - 1.º candidato da lista A
segunda-feira, 26 de maio de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
Infelizmente não há outra Lista do pessoal docente
Infelizmente não houve mobilização entre os colegas para formar uma lista alternativa. A pluralidade traz uma maior riqueza às propostas que se pretende implementar. Os elementos da Lista A não vão por esta razão baixar as guardas e descansar. Vamos dar o nosso melhor e esperar que todos nos dêem o seu voto de confiança no acto eleitoral que se avizinha. Ficaremos tristes se houver um alheamento desse acto.
A todos peço a participação neste Blog, ideias, critícas, etc.Saudações educativas
António Pires de Carvalho (1.º candidato)
domingo, 18 de maio de 2008
Competências e Atribuições do Conselho Geral Transitório
O Artigo 60.º do DL 75/2008, de 22 de Abril, estipula que “para efeitos de adaptação ao novo
regime de autonomia, administração e gestão estabelecido” pelo mesmo decreto-lei, deve constituirse
em cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada um conselho geral com carácter
transitório”.
O conselho geral transitório tem as competências previstas nos Artigos 13.º e 61.º do mesmo DL:
Artigo 61.º
1- (…)
a) Elaborar e aprovar o regulamento interno, definindo nomeadamente a composição prevista nos
artigos 12.º (composição do conselho geral) e 32.º (composição do conselho pedagógico) do presente
decreto-lei;
b)Preparar, assim que aprovado o regulamento interno, as eleições para o conselho geral;
c)Proceder à eleição do director, caso tenha já cessado o mandato dos anteriores órgãos de gestão e
não esteja ainda eleito o conselho geral.
Artigo 13.º
1- (…)
a) Eleger o respectivo presidente, de entre os seus membros, à excepção dos representantes dos
alunos;
b) Eleger o Director, nos termos dos Artigos 21.º a 23.º do presente decreto-lei;
c) Aprovar o projecto educativo e acompanhar e avaliar a sua execução;
d) Aprovar o regulamento interno do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada;
e) Aprovar os planos anual e plurianual de actividades;
f) Apreciar os relatórios periódicos e aprovar o relatório final de execução do plano anual de
actividades;
g) Aprovar as propostas de contratos de autonomia;
h)Definir as linhas orientadoras para a elaboração do orçamento;
i) Definir as linhas orientadoras do planeamento e execução, pelo director, das actividades no
domínio da acção social escolar;
j)Aprovar o relatório de contas de gerência;
l) Apreciar os resultados do processo de auto-avaliação;
m) Pronunciar-se sobre os critérios de organização dos horários;
n) Acompanhar a acção dos demais órgãos de administração e gestão;
o) Promover o relacionamento com a comunidade educativa;
p)Definir os critérios para participação da escola em actividades pedagógicas, científicas, culturais
e desportivas.
O Artigo 62.º do mesmo normativo determina que “no prazo máximo de 30 dias úteis após a entrada
em vigor do presente decreto-lei, o presidente da assembleia de escola desencadeia os
procedimentos necessários à eleição e designação dos membros do conselho geral transitório”.
Nesse sentido apresentam-se, de seguida, o calendário e as regras dos processos eleitorais para a
eleição dos representantes do PD, PND e Alunos, no conselho geral transitório.
regime de autonomia, administração e gestão estabelecido” pelo mesmo decreto-lei, deve constituirse
em cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada um conselho geral com carácter
transitório”.
O conselho geral transitório tem as competências previstas nos Artigos 13.º e 61.º do mesmo DL:
Artigo 61.º
1- (…)
a) Elaborar e aprovar o regulamento interno, definindo nomeadamente a composição prevista nos
artigos 12.º (composição do conselho geral) e 32.º (composição do conselho pedagógico) do presente
decreto-lei;
b)Preparar, assim que aprovado o regulamento interno, as eleições para o conselho geral;
c)Proceder à eleição do director, caso tenha já cessado o mandato dos anteriores órgãos de gestão e
não esteja ainda eleito o conselho geral.
Artigo 13.º
1- (…)
a) Eleger o respectivo presidente, de entre os seus membros, à excepção dos representantes dos
alunos;
b) Eleger o Director, nos termos dos Artigos 21.º a 23.º do presente decreto-lei;
c) Aprovar o projecto educativo e acompanhar e avaliar a sua execução;
d) Aprovar o regulamento interno do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada;
e) Aprovar os planos anual e plurianual de actividades;
f) Apreciar os relatórios periódicos e aprovar o relatório final de execução do plano anual de
actividades;
g) Aprovar as propostas de contratos de autonomia;
h)Definir as linhas orientadoras para a elaboração do orçamento;
i) Definir as linhas orientadoras do planeamento e execução, pelo director, das actividades no
domínio da acção social escolar;
j)Aprovar o relatório de contas de gerência;
l) Apreciar os resultados do processo de auto-avaliação;
m) Pronunciar-se sobre os critérios de organização dos horários;
n) Acompanhar a acção dos demais órgãos de administração e gestão;
o) Promover o relacionamento com a comunidade educativa;
p)Definir os critérios para participação da escola em actividades pedagógicas, científicas, culturais
e desportivas.
O Artigo 62.º do mesmo normativo determina que “no prazo máximo de 30 dias úteis após a entrada
em vigor do presente decreto-lei, o presidente da assembleia de escola desencadeia os
procedimentos necessários à eleição e designação dos membros do conselho geral transitório”.
Nesse sentido apresentam-se, de seguida, o calendário e as regras dos processos eleitorais para a
eleição dos representantes do PD, PND e Alunos, no conselho geral transitório.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Candidatos ao Conselho Geral Transitório LISTA A
EFECTIVOS
· António Manuel Pires de Carvalho
· Jorge Miguel Almeida de Jesus
· Maria José P. S. D'Azeredo Falcão
· Lina Maria Martins Moreira
· Maria Amélia Lopes da Silva Santos
· Maria José Pericão Mónica
· Isabel Maria Cruz Porfírio da Silva
SUPLENTES
· Fernando Sérgio Domingues Carlos
· Maria Zulmira Campos Carvalho
· Dulcina Fernandes de Carvalho
· João Alberto Jacinto Viegas
· Dina Maria Trindade Antunes
· Corália de Jesus G. Marques Sobreiro
· João Carlos Magalhães Teixeira Pinto
· António Manuel Pires de Carvalho
· Jorge Miguel Almeida de Jesus
· Maria José P. S. D'Azeredo Falcão
· Lina Maria Martins Moreira
· Maria Amélia Lopes da Silva Santos
· Maria José Pericão Mónica
· Isabel Maria Cruz Porfírio da Silva
SUPLENTES
· Fernando Sérgio Domingues Carlos
· Maria Zulmira Campos Carvalho
· Dulcina Fernandes de Carvalho
· João Alberto Jacinto Viegas
· Dina Maria Trindade Antunes
· Corália de Jesus G. Marques Sobreiro
· João Carlos Magalhães Teixeira Pinto
Algumas linhas da actuação que nos propomos seguir:
A gestão da Escola deve continuar a orientar-se por princípios democráticos, pragmáticos mas flexíveis, bem como por padrões de qualidade, de elevado profissionalismo e sempre enquadrados numa atmosfera de cooperação com todos os elementos da comunidade Educativa.
Assim, propomos:
• Adoptar, uma postura assente no diálogo, na abertura e na transparência, sob uma liderança rigorosa, exigente e, sobretudo, responsável;
• Dotar a escola de Instrumentos capazes de implementar uma estratégia que assegurem, melhor ambiente de trabalho e uma cultura institucional que permita enfrentar o futuro com optimismo, apesar das dificuldades que se aguardam;
• Traçar as linhas de uma política de rigor, de qualidade dos serviços existentes e das actividades realizadas;
• Promover a racionalização de serviços como forma de optimizar recursos humanos e materiais, melhorar a qualidade dos serviços.
• Promover uma política de transparência das decisões e de audição de todos os interessados em questões que lhes digam respeito, procurando manter o clima de diálogo e articulação com todos os professores.
• Adoptar novas metodologias de trabalho assentes nas tecnologias de informação, com o objectivo de facilitar as tarefas de gestão e as tomadas de decisão;
• Desenvolver mecanismos de auto avaliação e de auditorias internas e externas ao funcionamento dos serviços e da gestão;
• Procurar aumentar a intervenção da Escola junto da sociedade civil, das autarquias, das empresas, associações culturais e outras instituições, através do incremento da prestação de serviços à comunidade e da cooperação;
Assim, propomos:
• Adoptar, uma postura assente no diálogo, na abertura e na transparência, sob uma liderança rigorosa, exigente e, sobretudo, responsável;
• Dotar a escola de Instrumentos capazes de implementar uma estratégia que assegurem, melhor ambiente de trabalho e uma cultura institucional que permita enfrentar o futuro com optimismo, apesar das dificuldades que se aguardam;
• Traçar as linhas de uma política de rigor, de qualidade dos serviços existentes e das actividades realizadas;
• Promover a racionalização de serviços como forma de optimizar recursos humanos e materiais, melhorar a qualidade dos serviços.
• Promover uma política de transparência das decisões e de audição de todos os interessados em questões que lhes digam respeito, procurando manter o clima de diálogo e articulação com todos os professores.
• Adoptar novas metodologias de trabalho assentes nas tecnologias de informação, com o objectivo de facilitar as tarefas de gestão e as tomadas de decisão;
• Desenvolver mecanismos de auto avaliação e de auditorias internas e externas ao funcionamento dos serviços e da gestão;
• Procurar aumentar a intervenção da Escola junto da sociedade civil, das autarquias, das empresas, associações culturais e outras instituições, através do incremento da prestação de serviços à comunidade e da cooperação;
Razões de uma candidatura
Escolhemos como lema desta candidatura “Ganhar o Futuro” porque os desafios que se colocam hoje à Escola Secundária Homem Cristo exigem, por um lado, modificações tanto conceptuais como organizativas do sistema educativo, mas exigem também o desempenho de novas missões por parte da comunidade educativa.
O que vos propomos, ao longo deste programa de candidatura, é que enfrentemos os desafios e que trabalhemos todos juntos, para que a escola possa ganhar o futuro.
As razões que nos movem são essencialmente duas: poder contribuir para o desenvolvimento da escola e dar resposta aos enormes desafios que se colocam ao ensino secundário com a aprovação do novo Estatuto da Carreira Docente e do novo modelo de Gestão.
Com efeito, cada vez mais desenvolvimento e ensino secundário são indissociáveis, porque as exigências que se colocam às sociedades de hoje sustentam-se na formação, na qualificação e na competência dos seus recursos humanos.
Consideramos que Escola Secundária Homem Cristo poderá ter, neste âmbito, um papel fundamental na cidade e na região e diverso daquele que tem vindo a desempenhar. Por outro lado, as restrições existentes no financiamento público, a crescente competitividade inter-escolas, os elevados índices de insucesso e abandono escolar, são desafios futuros que criam em nós um enorme estímulo para nos candidatarmos ao Conselho Geral Transitório.
Estamos convictos que os projectos até aqui desenvolvidos contaram com o envolvimento de toda a comunidade escolar, nomeadamente, com o órgão de direcção, da Associação de Estudantes e com a comunidade em geral, pelo que pensamos estarem criadas as condições, para que, com o empenho de todos, possamos ajustar a estratégia da Escola às novas exigências emergentes na sociedade portuguesa: qualificação dos recursos humanos, inovação científica e tecnológica, investigação e desenvolvimento.
O que vos propomos, ao longo deste programa de candidatura, é que enfrentemos os desafios e que trabalhemos todos juntos, para que a escola possa ganhar o futuro.
As razões que nos movem são essencialmente duas: poder contribuir para o desenvolvimento da escola e dar resposta aos enormes desafios que se colocam ao ensino secundário com a aprovação do novo Estatuto da Carreira Docente e do novo modelo de Gestão.
Com efeito, cada vez mais desenvolvimento e ensino secundário são indissociáveis, porque as exigências que se colocam às sociedades de hoje sustentam-se na formação, na qualificação e na competência dos seus recursos humanos.
Consideramos que Escola Secundária Homem Cristo poderá ter, neste âmbito, um papel fundamental na cidade e na região e diverso daquele que tem vindo a desempenhar. Por outro lado, as restrições existentes no financiamento público, a crescente competitividade inter-escolas, os elevados índices de insucesso e abandono escolar, são desafios futuros que criam em nós um enorme estímulo para nos candidatarmos ao Conselho Geral Transitório.
Estamos convictos que os projectos até aqui desenvolvidos contaram com o envolvimento de toda a comunidade escolar, nomeadamente, com o órgão de direcção, da Associação de Estudantes e com a comunidade em geral, pelo que pensamos estarem criadas as condições, para que, com o empenho de todos, possamos ajustar a estratégia da Escola às novas exigências emergentes na sociedade portuguesa: qualificação dos recursos humanos, inovação científica e tecnológica, investigação e desenvolvimento.
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