Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Programa Eleitoral A

clip_image002Porque é preciso acreditar no projecto, antes de se erguer a obra.

A criação de um Conselho Geral, como órgão de governo das Escolas, integrando membros internos – representantes dos professores, dos estudantes, e do pessoal não docente e membros externos, a cooptar de entre personalidades externas de reconhecido mérito, com conhecimentos e experiência relevante para a Escola, constitui uma das mais significativas das inovações decorrentes do novo regime jurídico.

A importância deste órgão consubstancia-se na norma que consagra uma norma de independência e conflitos de interesses, pois os membros do Conselho Geral não podem fazer parte do Conselho Pedagógico.

Neste contexto legislativo, entendemos que a representação dos Professores no Conselho Geral da Escola Secundária Homem Cristo, deve seguir os seguintes princípios:

Representatividade – Devem ser defendidos os interesses dos professores de uma forma generalizada e de toda a comunidade escolar.

Transparência – As posições defendidas no Conselho Geral, devem ser do conhecimento de todos os professores, antes e depois das decisões serem tomadas. Os elementos da comunidade escolar devem ser auscultados antes da tomada de qualquer decisão importante.

Responsabilidade - As decisões no Conselho Geral devem ser basiladas na ponderação e responsabilidade que dita a definição das metas desta Escola, tendo como máxima, a qualidade no ensino, a igualdade, a democracia e o direito à diversidade. Acima de tudo definir a idiossincrasia da Escola Secundária Homem Cristo, que a distinguirá de todas as outras.

É nossa intenção consultar os professores antes de tomarmos qualquer decisão relativamente a matérias que sejam consideradas importantes. Daremos oportunidade a qualquer professor que queira opinar sobre esta matéria de intervir e defender o seu ponto de vista. Só depois desta consulta à comunidade que representamos é que tomaremos a nossa decisão.

II

São plurais os elementos que integram e apoiam esta candidatura, são oriundos dos diversos departamentos e Áreas Disciplinares, com diferentes sensibilidades e distintas convicções ideológicas. As ideias transversais à candidatura são as da inclusão e da união de todos os docentes da Escola Secundária Homem Cristo, visto serem comuns as nossas preocupações e anseios.

O que nos une – e nos move – é um objectivo comum o melhor para a escola.

O nosso primado é o da participação e o da colegialidade.

A nossa actuação pautar-se-á por princípios gerais da transparência, da independência, da prossecução do interesse público, da valorização da qualidade e do mérito e do trabalho para a excelência.

A escolha do próximo Director da Escola reveste-se duma particular importância na medida em que a personalidade e o projecto associado a essa candidatura marcará o destino da Escola nos próximos 4 anos e influenciará a escolha do caminho que Escola Homem Cristo percorrerá.

Entendemos que a escolha do Director, embora sendo um acto mobilizador da Escola, e com vultuosas repercussões na sua vida, não pode ser encarada como objectivo principal da actuação do Conselho Geral.

Esta visão seria redutora do papel do órgão e da dimensão que lhe reconhecemos.

Em todo o caso, nessa escolha não daremos acriticamente o nosso apoio, nem nos comprometeremos com nomes de eventuais candidatos. Antes nos interessarão as propostas e os programas de acção que vierem a ser apresentados, comprometendo-nos a fazer deles uma análise cuidadosa. Aqueles planos de acção que melhor contemplarem medidas que acolham e respeitem os interesses da Escola, merecerão a nossa distinção.

O novo modelo de gestão concentra tudo na figura unipessoal do director. O Conselho Geral deve ser um órgão interveniente e impulsionador de medidas tendentes ao melhor funcionamento da Escola.

Sem nos querermos sobrepor às competências do Conselho Pedagógico, gostaríamos de, no início do próximo ano lectivo, levar a cabo um fórum onde pudéssemos debater a nossa Escola. Dar voz aos pais, aos alunos, às forças vivas da cidade e pensar a melhor forma de vencer os actuais problemas. Estamos a viver em força a revolução da era digital, mais tarde ou mais cedo, as escolas terão de enfrentar e dar resposta a novos paradigmas – vamos todos abrir a discussão e arriscar caminhos, que a futura autonomia nos pode deixar trilhar, sempre no intuito de cumprir a nossa missão pedagógica.

Candidatamo-nos em nome de uma intervenção fortemente independente, crítica e responsável.

Por uma efectiva liberdade de expressão e de divulgação permanente de opinião.

Por uma Escola para todos e com todos – professores, estudantes, pessoal não docente, pais e comunidade em geral.

Vamos ajudar a nossa Escola a crescer e a torná-la uma referência ainda maior no panorama regional.

Contamos contigo!

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Candidatos Efectivos

António Manuel Pires de Carvalho

Corália de Jesus P. G. Marques Sobreiro

Jorge Miguel Almeida de Jesus

Isabel Maria Cruz Porfírio da Silva

Maria Inez Pinto Morais

Dulcina dos Anjos Ramalho F. Carvalho

Stela Pires Gonçalves Faria Pinheiro

Candidatos Suplentes

Mariana da Conceição Ramalho Fonseca

Isabel Maria Cupido Silva Machado Costa

Rosa Maria Geraldo Braga Correia Dias

Carlos Alberto Baptista Leite

Ana Luísa Costa de Brito

Maria José Pericão Mónica

António José Camacho Rosa Diogo

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